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O Projeto

Lê pra mim? é um projeto de incentivo à leitura de livros infantis brasileiros, com atividade sócio-cultural, onde artistas e personalidades leem livros infantis brasileiros para crianças.

Este projeto teve início em janeiro de 2010 no Rio de Janeiro e foram realizadas 27 edições. Passamos por 11 cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Juiz de Fora, Belém, Brasília, Teresina, São Luís, Belo Horizonte, Porto Alegre e Maceió. Até novembro de 2017 participaram das leituras mais de 23 mil crianças e 22 mil livros foram doados.

Mais de 470 artistas representativos e personalidades das cidades participaram das leituras. Nomes como Fátima Bernardes, Gaby Amarantos, Roberta Miranda, Denise Fraga, Marco Luque, Marília Gabriela, Maitê Proença, Paloma Jorge Amado, Reynaldo Gianecchini, Cláudia Raia, Gloria Maria, Regina Duarte, Edson Celulari, Débora Bloch, Zezé Polessa, Nicette Bruno, Eliana, Julia Lemmertz, Laura Cardoso, Marisa Orth, Otávio Mesquita, Ronnie Von, Susana Vieira, Malu Mader, Antônio Calloni, entre outros.

Nosso Diferencial 

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Personalidades da mídia, formadores de opinião, leem os livros para as crianças.

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Apresentamos sempre em um Centro Cultural, Biblioteca ou Ponto Turístico da cidade.

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Temos um intérprete de LIBRAS (Língua Brasileira dos Sinais) em todas as leituras.

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Levamos alunos de escolas públicas, orfanatos, creches e ONGs em todos os encontros.

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Doamos um livro infantil pra cada criança levar para casa e multiplicar a leitura.

O objetivo maior é incentivar a leitura, a escrita e a comunicação entre as crianças, com os contadores de histórias sendo pessoas formadoras de opinião, atores de televisão, personalidades, que vão mostrar às crianças que a literatura é importante nas suas formações, e não só a televisão e a internet.

Sócios

Sonia de Paula

Idealizadora

 

Marcelo Aouila

Produtor

 

Justificativa

A Literatura Brasileira Infantil é um rico mercado cultural e é a base de toda uma geração futura de leitores, consumidores de cultura e profissionais respeitados no mercado. Cultura de mais nunca faz mal. E são nos livros que se busca a informação precisa para a formação dos seres humanos e futuros comandantes e agentes culturais do país em que vivemos.

Convidar atores, personalidades, que possuem um respeito junto ao publico e, principalmente, junto às crianças, é a forma que foi encontrada para mostrar a estas crianças que as pessoas que eles vêm na televisão, ídolos, também têm o hábito de ler ou costumam ler para seus filhos e netos.

Os atores escolhidos representarão a família de cada criança. Temos pais, mães, avôs e avós. Escolheu-se os atores que trabalharam em programas cujas crianças têm simpatia, novelas, programas infantis, humoristas, jornalísticos, entre outros. As personalidades escolhidas são jornalistas, formadores de opinião e pessoas de reconhecimento público.

E justamente por conta da internet e da televisão, as crianças de hoje em dia se afastaram dos livros. Está se trazendo a televisão para perto dos livros, mostrando que os artistas que vemos na televisão são também leitores e cidadãos cultos por conta deste belíssimo habito de ler.

O sétimo princípio da declaração dos direitos da criança, adotada pela ONU em 1959 e ratificada pelo Brasil, diz que “A criança terá direito a receber educação, que será gratuita e compulsória pelo menos no grau primário.” Partindo deste princípio, o projeto “Lê Pra Mim?” tem entrada franca para qualquer criança, de qualquer classe social, entrar em contato com a literatura, com artistas de televisão e com outras crianças.

Levamos alunos de escolas públicas para o Lê Pra Mim? por acreditar que o papel da escola neste incentivo à leitura proporciona também que as crianças possam adquirir novos conhecimentos, imaginar, visualizar e conhecer outras culturas, outras formas de perceber e enxergar o mundo em que vivem. É através do incentivo das crianças à leitura que vamos ter jovens ávidos por livros. E o adulto certamente será um leitor compulsivo. Um leitor que vai tirar suas próprias conclusões sobre cada tema estudado, lido, e não vai se impregnar por histórias truncadas contadas por alguém que ouviu e não sabe onde. Incentivando uma criança a ler, estamos defendendo os seus direitos de acesso ao conhecimento da humanidade.

É um projeto de suma importância para valorizar a literatura junto as crianças, manter viva a imaginação das crianças através da leitura e mostrar a essas crianças que elas podem buscar no mercado editorial, sendo autores, contadores de história, ou até mesmo atores, um futuro seguro para suas vidas profissionais.

Importância social, Cultural, Econômica e Ambiental.

Temos feedback de escolas públicas e de instituições que participaram em outras edições do projeto, que o habito da leitura entre as crianças aumentou. Passaram a procurar outros títulos em bibliotecas e as professoras passaram a ler para as crianças em sala de aula.

Através dos livros que doamos, crianças mais velhas leram para outras mais novas nas suas comunidades, e em casa também. Este projeto é multiplicador. Além do livro que cada criança leva para casa, pais e responsáveis, fora dos encontros literários passam a ler para as crianças.

Já apresentamos em o projeto em 10 cidades diferentes. Ficou claro para nós a resposta positiva junto à população que compareceu ao projeto. Um dos efeitos positivos, culturalmente falando, é que, nas escolas públicas e de instituições que participaram, o hábito da leitura entre as crianças aumentou.  Passaram a conhecer novos autores e ilustradores. Todos brasileiros. Algumas até se lembraram de filmes e a programas de televisão, relacionados a livros infantis. Além disso, quando apresentamos o projeto em um centro-histórico-cultural, as crianças têm acesso a Museus e acervos históricos. As visitas aos museus são guiadas e a criança sai do projeto também com a cultura da visita a museus incentivada.

Do ponto de vista social, não fazemos distinção entre crianças. Escolas públicas e instituições misturam-se ao público espontâneo e a crianças de escolas privadas, permitindo a integração e a interação entre elas. Sem falar que, com a presença dos responsáveis que também vão aos encontros, existe a socialização entre as crianças e seus responsáveis.

Do ponto de vista econômico, estamos valorizando a literatura brasileira e as escolas e responsáveis passam a procurar novos títulos infantis em livrarias para comprarem para seus alunos e/ou filhos. As crianças passaram a pedir aos pais/professores mais livros para lerem. E portanto ocorre um pequeno aumento das vendas de livros infantis.

Do ponto de vista ambiental, temos uma ação que explica a importância da separação do livro para a reciclagem, através das cores das lixeiras azul, vermelha, verde, amarela e marrom.

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